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Ambientes Externos
Primeiro passo – inspecionando o local

 

Embora seja mais complicada e trabalhosa, a pintura do ambiente externo não requer necessariamente ser completa; pode apenas melhorar a aparência e prolongar a durabilidade da pintura através de manutenções regulares e reparos rápidos. Uma opção, por exemplo, é aplicar nova tinta só na entrada, que geralmente é a parte mais desgastada da casa.

Da mesma forma que os ambientes internos, a parte externa também passará por processos de limpeza da área, preparação da superfície, cálculo e escolha da tinta e materiais a serem empregados etc.

Uma das poucas diferenças é procurar observar as condições climáticas na época da pintura, pois temperaturas muito baixas ou muito altas podem prejudicar todo o processo.

Verifique se existem casos como pintura descascada, umidade, aparência de couro de jacaré, aparecimento de bolhas, enrugamento, desbotamento, mofo, depressões etc, ou seja, tudo que possa causar problemas na hora ou após a aplicação da nova tinta.

Exceto a umidade, os demais problemas podem ser sanados com a tinta correta. Por isso, procure observar se o novo produto tem a consistência certa, se não desbota, que não seja muito poroso. Resumindo: evite tintas de baixa qualidade.

 

 
Segundo passo – preparando a superfície

 

Se você foi um bom proprietário ou um proprietário zeloso, será necessário apenas que sua casa passe por um bom banho com uma mangueira, utilização de esfregão com água e sabão para as área com maior concentração de sujeira. A opção, nesse caso, é utilizar máquinas de lavagem de alta pressão.

Se  você não fez este investimento em manutenção, o trabalho será dobrado. Haja como um verdadeiro investigador e examine todas as paredes exteriores, beirais, portas, janelas, telhas, em busca de rachaduras, pregos à mostra, além dos fatores citados no primeiro passo. Faça os reparos necessários.

Para a limpeza de pequenas áreas, utilize uma escova de metal e uma espátula para remover a pintura defeituosa. Já para áreas amplas, invista em um raspador profissional.

No caso de lixamento, uma dica é embrulhar um pedaço de papel lixa em um bloco de madeira, mas em áreas amplas, a melhor opção ainda é uma lixadeira elétrica. Ou, ainda, adquira removedores líquidos de tinta que, embora sejam mais caros, em caso de grandes trabalhos funcionam muito bem.

Aplique uma base nas áreas mais afetadas.

O tipo a ser escolhido vai depender da tinta preferida.

Exemplo: tinta látex, base látex; tinta solvente, base solvente. A base oferece proteção extra contra as intempéries e também agem como uma fundação firme para as tintas finalizadoras.

Apesar de os ambientes externos não terem móveis ou ornamentos a serem recobertos, lembre-se de proteger o piso e até mesmo as plantas ao redor da casa.

 

 
Terceiro passo – a escolha da tinta

 

As tintas para exterior caracterizam-se por manter a cor inicial (resistência aos raios ultravioleta e às intempéries), por acompanhar dilatações e contrações dos materiais e pela resistência ao aparecimento de fungos e algas.

Existem tipos de tintas específicos para vários tipos de superfícies e, algumas, para vários tipos de áreas. Assim como as tintas para ambientes internos, as tintas para exterior podem ser dissolvidas em água ou solventes e dividem-se em três tipos: foscas, semibrilhantes e brilhantes.

O látex funciona melhor sobre látex e alquídicas sobre alquídicas. Caso você prefira manter o tipo de tinta que foi usada anteriormente e não se recordar, opte pelas alquídicas. Mas vale ressaltar que as tintas látex são mais fáceis de serem aplicadas, secam rapidamente e minimizam problemas de umidade, além de serem fáceis de limpar, bastando utilizar água e sabão. O único senão é que elas não aderem tão bem às tintas à base de óleo ou alquídicas, ou ainda em superfícies mal trabalhadas.

As alquídicas possuem grande durabilidade, mas o trabalho é mais difícil e a secabilidade é mais demorada.

 

 
Quarto passo – cálculo do volume de tinta que será aplicada

A quantidade de tinta que será aplicada no processo de pintura depende de alguns importantes fatores, como o tamanho da área a ser pintada, o estado que se encontra a área, o tipo de tinta escolhida e o método de aplicação.

Um exemplo são paredes largas, com detalhes ou adornos, que por vezes recebem de 10% a 50% a mais de tinta do que áreas planas e lisas. Também existe a questão dos pulverizadores, que geralmente aplicam duas demãos simultaneamente, ou seja, utilizam duas vezes mais tinta que pincéis, rolos ou almofadas.

Uma boa alternativa para economizar é, na hora que for preciso adquirir mais tinta para concluir o trabalho de pintura, optar por tinta padrão ou pré-mistura. Mas o ideal é que o “pintor” procure fazer um cálculo o mais preciso possível e adquirir sempre uma quantidade extra por medida de segurança.

Começando o cálculo:
Utilize uma trena ou até mesmo fita métrica para medir o perímetro da área a ser pintada e multiplique pela altura, excluindo as pontas das cumeeiras. Agora, se forem empregadas tintas diferentes nas paredes com portas, procure subtrair 6m2 para cada porta e 4,5m2 para cada janela padrão.

Divida a estimativa final pela área de cobertura em m2 que é especificado na embalagem da tinta. O resultado lhe dará a quantidade de galões que será necessária para aplicação de uma demão.

No caso de cumeeiras, a estimativa da quantidade de tinta necessária deve ser feita da seguinte forma: meça a largura da parede da cumeeira e multiplique pela sua altura. O resultado deve ser dividido por 2 para determinar as dimensões em m2 da área.

Já em se tratando de enfeites, a relação é de um galão para cada 6 galões de tintas adquiridos para a pintura da parede.
Se preferir, utilize o link Cálculo de Tinta ou no menu principal do site American Colors.

 
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